Morte noturna

Siga a carruagem de plumas

Os anjos de pele raspada seguem para a turgescência

Ela me cantou fúnebre mente

Cortes cheirando a açucar

Na corte insana sem leis

As mãos a arrastaram

Intuitos insanos tão lúcidos

A morte repousa em silêncio

Acena-me sorrindo

Desprende-me das dores

A noite inexpressiva calou

Tão pura com sua vergonha ilícita

Nenhum comentário:

Postar um comentário